Ferramenta gratuita · roda dentro do seu navegador

Juntar PDF sem enviar o arquivo para a internet

Una vários PDFs em um único documento, na ordem que você definir. Todo o processamento acontece dentro do seu navegador: nenhum arquivo é enviado ao Eutrópio nem a qualquer outro servidor. Sem cadastro, sem marca d'água e sem fila de espera.

Sem upload

Os arquivos não saem do seu computador

Sem cadastro

Nenhum e-mail, nenhuma conta, nenhum limite diário

Sem marca d'água

O PDF sai limpo, pronto para protocolar

Privacidade

Processe um arquivo, desconecte a internet e processe de novo.

Ferramentas de PDF costumam prometer que apagam o seu arquivo depois de algumas horas. É uma promessa de custódia: alguém recebeu o documento e se compromete a descartá-lo. Aqui não há custódia, porque não há recebimento. O código que processa os seus PDFs é baixado uma vez e roda dentro do seu navegador, na sua máquina. O arquivo nunca é transmitido. E você não precisa acreditar em nós: dá para verificar em menos de um minuto, por três caminhos diferentes.

  1. Tire o computador da rede, na ordem certa

    Junte dois arquivos uma vez, para que o navegador termine de baixar o motor de PDF. Em seguida desligue o wi-fi ou retire o cabo e repita a operação, sem recarregar a página. Tudo funciona. Uma ferramenta que dependesse de enviar o seu documento a um servidor pararia no mesmo instante.

  2. Abra o inspetor de rede e filtre por Fetch/XHR

    Pressione F12, abra a aba Rede e deixe-a visível. Você verá o que qualquer página carrega: autenticação, medição de audiência, fontes e o próprio motor de PDF, baixado uma vez. O que você não verá é uma requisição carregando o seu documento. Compare o tamanho do seu arquivo com o corpo de cada requisição: nenhuma se aproxima.

  3. Feche a aba

    Nada é gravado em servidor algum e nada permanece guardado depois que você fecha a aba. Não existe histórico, não existe conta, não existe arquivo para alguém pedir depois.

Para ser exato: a página carrega o que qualquer página carrega, incluindo autenticação e medição de audiência, e o código da ferramenta é baixado uma vez quando você a abre. O que não acontece, em nenhum momento, é o conteúdo dos seus documentos deixar o seu computador. É essa a afirmação que fazemos, e é essa que os três testes acima verificam.

Uma implicação prática, e ela vale mais para quem trabalha com processo do que qualquer selo: se o arquivo nunca sai da sua máquina, não existe transferência de dado pessoal para terceiro, não existe operador para figurar em contrato e não existe uma base nossa que possa vazar amanhã. É o tipo de garantia que uma política de privacidade não consegue dar, porque depende de conduta futura, e que a arquitetura dá, porque é uma questão de onde o código roda.

Três passos, e o arquivo continua sendo seu.

  1. Arraste os PDFs para a área acima, ou clique para selecioná-los. Você pode adicionar quantos arquivos quiser, em qualquer ordem.

  2. Reordene a lista até que ela reproduza a ordem em que as peças devem aparecer no documento. A primeira da lista será a primeira página.

  3. Clique em Juntar PDFs e baixe o documento. Ele é montado dentro do navegador e vai direto para a sua pasta de downloads.

Depois do protocolo

Você preparou a peça. Falta saber quando o processo se mexer.

O arquivo está pronto e vai ser protocolado hoje. Amanhã começa a parte que consome tempo de verdade: abrir o portal do órgão, lembrar qual é o endereço daquela instalação, colar o número, resolver o CAPTCHA e comparar de cabeça com o que existia da última vez. Trinta processos e quatro órgãos depois, a frequência da conferência passa a ser escolhida no escuro. O Eutrópio faz essa verificação por você, na cadência do seu plano, e avisa por e-mail, notificação e WhatsApp apenas quando alguma coisa mudou.

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Nenhum dos dois caminhos
exige cartão para começar.

Guia prático

Juntar PDF para protocolar: o que costuma dar errado

Quando juntar, e quando não juntar

Unir peças em um arquivo só resolve dois problemas de quem protocola: reduz o número de anexos a enviar e garante que a ordem de leitura seja a que você definiu, não a que o sistema do órgão escolher ao listar os arquivos por nome.

Há casos, porém, em que juntar atrapalha. Quando o órgão pede que cada documento seja anexado como uma peça própria, com tipo documental declarado, um PDF único obriga o servidor a desmembrar tudo do outro lado. E quando o conjunto ultrapassa o limite de tamanho aceito no envio, juntar só transforma vários arquivos que caberiam em um único que não cabe.

A regra prática é simples: junte o que é uma peça só, e mantenha separado o que o órgão trata como peças distintas.

A ordem importa mais do que parece

O erro mais comum não está na ferramenta, está no nome dos arquivos. Ao selecionar vários documentos de uma vez, o sistema operacional os entrega em ordem alfabética, e alfabeticamente o anexo10 vem antes do anexo2. O documento sai montado fora de ordem, e quem revisa raramente confere página a página antes de protocolar.

Por isso a lista desta ferramenta é reordenável, e o que ela mostra na tela é exatamente a ordem em que as páginas vão aparecer. Antes de gerar o arquivo, leia a lista de cima para baixo e confira se ela reproduz o sumário da peça.

Tamanho: o motivo número um da recusa

Cada sistema de protocolo tem o seu próprio teto, e eles variam muito mais do que se imagina. No SEI, o limite não é definido pelo sistema, e sim por cada instalação: consultamos uma instalação federal que aceita arquivos de até 5 GB, enquanto manuais de outros órgãos falam em 10 MB ou 30 MB. No Judiciário a dispersão é parecida, e alguns tribunais somam ao limite por arquivo um limite por página.

A consequência prática é que não existe um número universal para memorizar. O valor que vale é o que aparece na própria tela de envio do órgão, junto ao botão de anexar. Se o seu arquivo estourou esse valor, a saída é comprimir ou dividir, e não tentar de novo esperando resultado diferente.

PDF pesquisável não nasce de juntar arquivos

Vários órgãos exigem que documentos digitalizados sejam anexados com texto pesquisável, e no Judiciário essa exigência tem base normativa: a Resolução CNJ 185/2013 trata da digitalização com reconhecimento de texto no processo eletrônico.

Unir arquivos não cria essa camada de texto. Se as páginas vieram de um scanner, cada uma é uma imagem, e continuará sendo uma imagem depois de unida. O reconhecimento de texto precisa ser feito antes, no programa do scanner ou em um leitor de PDF que ofereça a função.

Perguntas frequentes

Os meus arquivos são enviados para algum servidor?

Não. O código que une os PDFs é baixado uma vez e roda dentro do seu navegador, na sua máquina. O conteúdo dos documentos não é transmitido em momento algum. Você pode conferir isso abrindo o inspetor de rede do navegador, ou processando um arquivo e repetindo a operação com a internet desligada.

Existe limite de quantidade de arquivos ou de tamanho?

Não impomos limite de quantidade. O teto real é a memória disponível na aba do navegador, porque todo o trabalho acontece no seu computador. Na prática, dezenas de arquivos de alguns megabytes cada funcionam sem dificuldade em um computador comum. Documentos muito grandes, acima de algumas centenas de megabytes, podem interromper a aba, especialmente em celulares.

Qual é o tamanho máximo aceito no protocolo do órgão?

Depende do órgão, e a variação é grande. No SEI o limite é configurado por cada instalação, não pelo sistema: há instalações que aceitam arquivos de vários gigabytes e manuais de outros órgãos que indicam 10 MB ou 30 MB. Confira o valor na própria tela de envio, junto ao botão de anexar, porque é ele que vale no momento do protocolo.

O documento unido continua com a assinatura digital?

Não. Qualquer reescrita de um PDF invalida a assinatura digital que ele carregava, e unir arquivos é uma reescrita. Se a peça precisa ser assinada, una os arquivos primeiro e assine o documento final.

Consigo juntar um PDF protegido por senha?

Se o arquivo exigir senha para ser aberto, a ferramenta pede a senha antes de prosseguir, e ela é utilizada apenas neste navegador. Documentos que trazem apenas restrição de edição, sem senha de abertura, são processados normalmente, com um aviso na tela.

A ferramenta coloca marca d'água ou propaganda no arquivo?

Não. O documento sai exatamente com o conteúdo dos originais, na ordem que você definiu, sem marca d'água, carimbo ou página extra.

Por que o sistema do órgão recusou o meu arquivo?

Os três motivos mais frequentes são o tamanho acima do limite daquela instalação, a extensão fora da lista aceita e a ausência de texto pesquisável em documento digitalizado. Vale notar que muitas instalações do SEI não aceitam arquivos do Word: a lista de extensões costuma incluir PDF e os formatos ODF, mas não .doc nem .docx. Nesses casos, exporte o documento como PDF antes de anexar.

Agências reguladoras

O seu tema entra em pauta antes de virar publicação no Diário Oficial.

Preparar a peça é metade do trabalho. A outra metade é saber o que a agência vai decidir, e isso aparece na pauta da reunião de diretoria e nas consultas públicas abertas para contribuição, semanas antes de virar ato publicado.

  • Pauta antes da decisãoReuniões de diretoria com pauta, ata e transmissão, em calendário consolidado que exporta para Google Calendar e Outlook.
  • Consultas e audiências com prazoConsultas públicas, audiências e tomadas de subsídios com minuta, análise de impacto e a data-limite para contribuir.
  • Decisão item a itemResumo por IA a partir da transcrição oficial, com cada item ligado ao processo SEI correspondente.

As 11 agências federais, todas cobertas

Acesso aberto às pautas e às atas. Resumo por IA e alerta quando o seu processo entra em pauta ficam com os assinantes.

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Última edição: 17 de mai. de 2026